Não desista de ser criança!

O Apóstolo Paulo, caminhando para a conclusão do “Cântico do Amor”. I Coríntios 13, assim se expressa no versículo 11: “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino”.

Esse ensinamento aplicado ao crescimento espiritual, onde “deixar de ser criança”, significa crescer em santificação e tornar-se maduro nos atos de piedade e misericórdia é um ensino perfeito.

Mas, se pensarmos em termos de qualidade de vida emocional e relacional, creio ser uma tragédia deixar de falar como uma criança, deixar de sentir como uma criança, deixar de pensar como uma criança e desistir das coisas próprias de uma criança.

Um dos graves problemas de nossa geração é ter a fala, o sentimento e o pensamento contaminados por uma ideia “adulta” de egoísmo e pseudoconhecimento.

Falar, sentir, pensar e não desistir das coisas próprias de criança é manter o coração voltado para o outro, não alimentar o egoísmo, repartir para que haja igualdade, amar sem discriminações, demonstrar afeto sem reservas, valorizar o próximo, crer, sorrir sem fingimento, etc.

PARECE COISA DE OUTRO MUNDO! NÃO PARECE?

PENSANDO ASSIM: NÃO DESISTI DAS COISAS PRÓPRIAS DE MENINO!

Gilmar C. Rampinelli