Páscoa: vitória da vida! Aleluia!

  “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus” (Jo 1.11-13).

Só há uma chance do ser humano ser justificado perante Deus: PELO SACRIFÍCIO VICÁRIO DE CRISTO.

Só há uma chance do ser humano ter a certeza numa vida eterna com Deus no céu: ACEITANDO A JESUS CRISTO, COMO ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR.

Só há uma chance do ser humano ser chamado filho de Deus: RECEBENDO JESUS, COMO SALVADOR CRENDO EM SEU NOME.

Quando Jesus agonizava no madeiro do Gólgota, diante da tortura cruel e injusta, no inferno Satanás e seus asseclas riam, zombavam e festejavam uma aparente vitória que se desenhava aos olhos de todos.

Quando Jesus clamava, ofegante diante da dilacerante dor, os hipócritas legalistas, travestidos de autoridades religiosas, brindavam delirantemente a aparente derrota daquele que com mentiras e invejas, haviam levado ao madeiro de torturas.

Todo o reino das trevas, do mal, do ódio, da ganância, da falsidade, da corrupção... festejavam e celebravam a eminente derrota do galileu, que andou fazendo o bem e anunciando o Reino de Deus.

Ao terceiro dia, quando a festa no inferno e no covil daqueles que haviam crucificado Jesus estava no seu clímax, eis que chega a notícia do túmulo vazio: O MORTO NÃO ESTÁ MAIS NO SEPULCRO!

A festa infernal e de todo o reino das trevas se transforma numa tremenda derrota: “Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (I Co 15.54-55).

O domingo de Páscoa acabou com a festa no inferno e deu início à nossa festa: a festa da vitória, a festa da vida, A FESTA DE CRISTO, VIVO E VITORIOSO! ALELUIA!

Agarre essa chance de ser justificado por Jesus. Agarre a chance de uma vida eterna com Deus. Agarre a chance de ser chamado filho de Deus. HOJE É PÁSCOA A VIDA VENCEU!

Rev. Gilmar C. Rampinelli 

Mensagem pastoral do Boletim Abril 2018